Como funcionam os leilões da Sotheby’s com criptoativos

Como funcionam os leilões da Sotheby’s com criptoativos A Sotheby’s, com mais de 280 anos de história, consolidou-se como uma das casas de leilão mais prestigiadas do mundo. Recentemente, ela deu um passo audacioso ao integrar o mercado cripto em suas operações, tornando-se um destino obrigatório para investidores de Bitcoin e Ethereum que buscam diversificar seu portfólio com ativos de luxo e arte digital. A Aceitação de Criptomoedas como Pagamento O grande diferencial da Sotheby’s foi ir além dos NFTs. A casa de leilões passou a aceitar Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e USDC como forma de pagamento não apenas para arte digital, mas também para itens físicos valiosos, como diamantes raros e obras de Banksy.

O processo de pagamento geralmente é intermediado por exchanges regulamentadas (como a Coinbase), garantindo que a transação seja segura e esteja em conformidade com as leis de combate à lavagem de dinheiro. NFTs e o Metaverso Sotheby’s A Sotheby’s lançou sua própria plataforma dedicada, o Sotheby’s Metaverse. Lá, ocorrem leilões de NFTs de coleções icônicas, como Bored Ape Yacht Club e CryptoPunks, além de obras de artistas digitais renomados como Pak e Beeple. Diferente de um marketplace comum, a Sotheby’s realiza uma curadoria rigorosa, o que traz uma camada extra de segurança e valorização para o investidor que deseja comprar criptoativos de alto nível.

Como Participar de um Leilão Cripto Para quem deseja investir, o funcionamento é simples, mas exige preparação: 1. Registro e Verificação: Assim como em leilões tradicionais, você deve criar uma conta e passar pelo processo de KYC (Know Your Customer). 2. Carteira Digital: É necessário ter uma carteira compatível (como MetaMask ou Coinbase Wallet) para transferir os fundos ou receber o NFT. 3. Lances: Os lances podem ser feitos online, por telefone ou presencialmente. Em alguns leilões, o valor estimado é exibido tanto em dólares quanto em criptomoedas em tempo real. Banco onilx Investimentos

Contabilidade para arquitetos e engenheiros: Particularidades da prestação de serviço técnico

A primeira grande surpresa que muitos arquitetos e engenheiros enfrentam não vem de uma viga mal calculada ou de um erro de projeto, mas sim do primeiro contato com a carga tributária da pessoa jurídica. É comum que esses profissionais iniciem suas trajetórias como autônomos, emitindo o famoso RPA (Recibo de Pagamento de Autônomo) ou simplesmente recebendo na conta física. Contudo, a barreira do crescimento chega rápido, e com ela, a necessidade de entender que a contabilidade para serviços intelectuais possui regras de jogo muito específicas. Diferente de um comércio, onde o lucro está na margem do produto, na prestação de serviço técnico o valor está no conhecimento. Isso coloca esses profissionais em uma categoria que a Receita Federal observa de perto. O mito do MEI e a realidade da SLU Para começar, precisamos derrubar uma dúvida recorrente: arquitetos e engenheiros podem ser MEI? A resposta curta é não. Como são profissões regulamentadas (pelo CAU e pelo CREA), elas não se enquadram nas atividades permitidas para o Microempreendedor Individual. O caminho natural, para quem trabalha sozinho, tem sido a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU). A SLU é uma excelente ferramenta de proteção patrimonial, pois separa os bens da pessoa física dos bens da empresa, sem exigir a necessidade de um sócio “fantasma” apenas para compor o contrato social. O Fator R: A balança entre o Anexo III e o Anexo V Aqui reside o coração do planejamento tributário para o setor. No Simples Nacional, essas profissões podem ser tributadas por dois caminhos distintos. Se a empresa não tiver uma folha de pagamento relevante, ela cai no Anexo V, com uma alíquota inicial amarga de 15,5%. No entanto, existe uma regra chamada Fator R. Se os gastos com folha de pagamento (incluindo o pró-labore do sócio e encargos) somarem pelo menos 28% do faturamento bruto médio dos últimos 12 meses, a empresa migra para o Anexo III. Nesse cenário, a alíquota cai para 6%. Imagine um arquiteto que fatura R$ 15.000,00 por mês. No Anexo V, ele pagaria cerca de R$ 2.325,00 de imposto. Com uma estratégia de pró-labore ajustada para atingir o Fator R, esse imposto cai para R$ 900,00. Essa economia não é “jeitinho”, é inteligência fiscal aplicada. Fluxo de caixa e a gestão por projetos Diferente de uma consultoria recorrente, engenheiros e arquitetos costumam trabalhar com projetos que têm início, meio e fim.

Isso gera uma oscilação no fluxo de caixa que pode ser perigosa. Um mês com três entradas de parcelas de projetos grandes pode ser seguido por dois meses de captação e baixo faturamento. Uma contabilidade estratégica ajuda o profissional a enxergar além da guia de imposto do mês. É preciso separar o que é lucro distribuído (isento de IR na maioria dos casos) do que é pró-labore (salário do sócio sobre o qual incide INSS e IRRF). Sem essa distinção clara, o profissional corre o risco de descapitalizar a empresa em meses de bonança e se ver em apuros na entressafra de projetos. A importância da regularidade documental Além da parte tributária, há a questão do Compliance. Cada projeto exige uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou RRT (Registro de Responsabilidade Técnica). A contabilidade deve caminhar junto com esses registros para garantir que a emissão de notas fiscais esteja em total conformidade com o serviço prestado.

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O mito da “cura milagrosa” e os perigos de abandonar o tratamento convencional

A sala de espera de um consultório de oncologia é um lugar de silêncio denso, mas também de uma busca frenética por respostas. Lembro-me bem de um paciente, vamos chamá-lo de Ricardo, um engenheiro meticuloso que, ao receber o diagnóstico de um adenocarcinoma colorretal, viu seu mundo de cálculos exatos desmoronar. A vulnerabilidade é um terreno fértil para promessas vazias. No caso dele, a promessa veio na forma de uma “dieta alcalina extrema” e extratos de plantas exóticas que prometiam “derreter” o tumor sem os efeitos colaterais da quimioterapia. O grande perigo dessas narrativas não é apenas a falta de eficácia, mas o tempo que elas roubam. O câncer não espera o despertar de uma consciência holística sem base científica; ele segue a lógica biológica da replicação descontrolada. A sedução do caminho mais fácil Quando falamos em oncologia, lidamos com uma complexidade celular absurda. Um tumor maligno não é apenas um “caroço”; é um ecossistema de células que aprenderam a enganar o sistema imunológico e a recrutar vasos sanguíneos para se alimentar. Quando um paciente opta por abandonar o tratamento convencional — que envolve o tripé cirurgia, oncologia clínica e radioterapia — em favor de métodos sem comprovação, ele está trocando uma estratégia de guerra testada por uma ilusão confortável. No caso do Ricardo, o tumor era inicialmente estadiado como T2N0, ou seja, localizado e com altíssimas chances de cura através de uma cirurgia oncológica precisa, possivelmente seguida de um protocolo curto de quimioterapia adjuvante. Ao optar por “desintoxicar o corpo” por seis meses antes de aceitar a faca ou o fármaco, ele permitiu que aquelas células atravessassem a barreira da submucosa e alcançassem os linfonodos. O que era um plano de cura tornou-se um plano de controle de danos. A ciência por trás da personalização A medicina avançou a um ponto em que não tratamos mais “o câncer de pulmão” ou “o câncer de mama” como entidades genéricas. Hoje, utilizamos a oncologia de precisão. Através de testes genéticos e moleculares, conseguimos identificar se aquele tumor específico responde melhor a uma imunoterapia — que ensina o corpo a atacar a doença — ou a uma terapia-alvo, que bloqueia o “interruptor” de crescimento da célula maligna.

Abandonar isso em nome de uma “cura milagrosa” é ignorar décadas de evolução tecnológica. Os efeitos colaterais, como náuseas ou fadiga, são reais e desafiadores, mas hoje temos uma equipe multidisciplinar, composta por nutricionistas, psicólogos e especialistas em cuidados paliativos, focada em manter a qualidade de vida durante o processo. O objetivo não é apenas sobreviver, mas viver com dignidade enquanto combatemos a patologia. O papel da esperança fundamentada Não se trata de proibir terapias complementares. Meditação, ajustes dietéticos orientados e suporte psicológico são aliados valiosos que ajudam o paciente a suportar o peso do diagnóstico. O erro reside na substituição, não na soma. A biópsia e o PET-CT não mentem; eles mostram a realidade nua e crua que precisa de intervenção técnica.

Beneficios do tratamento de terapia alvo

Tipos de exames e testes neurológicos

Aqui estão alguns dos exames que um neurologista realiza para avaliar a
atividade e as funções cerebrais. Todos esses testes exigem atenção e
detalhamento. Para obter o melhor serviço, você deve escolher o melhor centro
de diagnóstico em Delhi. O Centro de Diagnóstico e Imagem Ganesh oferece o
melhor serviço em exames de imagem com 100% de precisão. Aqui estão alguns
dos exames que o neurologista realiza e que o Centro de Diagnóstico Ganesh
oferece:
ressonância magnética
Tomografia computadorizada
EEG (eletroencefalograma)
EMG (eletromiografia)
Exame PET
Punção lombar
Doenças tratadas por um neurologista:
Dor de cabeça e enxaquecas: Dor de cabeça intensa, tontura, vômito.
Acidente vascular cerebral (AVC): Interrupção repentina do fluxo sanguíneo para
o cérebro.
Neuropatia: Lesões nos nervos periféricos.
Infecção cerebral e meningite: causadas por bactérias que afetam diretamente o
cérebro e a medula espinhal.
Doença de Parkinson: um distúrbio do movimento que causa dificuldade de
coordenação.
Epilepsia: uma condição que, devido a atividades cerebrais anormais, causa
convulsões.
Agende seu exame neurológico online perto de você com o melhor preço em
Delhi/NCR na Ganesh Diagnostic. Um centro de diagnóstico e laboratório de
patologia credenciado pela NABL e NABH em Delhi, que oferece uma ampla
gama de exames de radiologia e patologia. Oferecemos ambulância e coleta de
amostras em domicílio gratuitas. Atendimento 24 horas por dia, 7 dias por
semana.

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A revolução do staking: transformando capital em segurança de rede

Outro dia, um colega do mercado financeiro tradicional olhava para a tela do meu computador com aquele ceticismo típico de quem passou décadas analisando títulos de renda fixa. Ele apontava para o rendimento anual projetado de um validador de Ethereum e perguntava: “De onde vem esse dinheiro? Quem está pagando essa conta? Se não é dívida e não é dividendo corporativo, só pode ser mágica ou esquema.” A pergunta dele é legítima e toca no ponto cego da maioria dos investidores iniciantes. Para entender o staking, precisamos esquecer a ideia de “renda passiva” bancária e começar a pensar em infraestrutura.

Quando você faz staking, não está emprestando dinheiro para um banco emprestar a terceiros. Você está, na prática, sendo contratado pela rede. O rendimento não é juro; é um salário pago pelo protocolo em troca de um serviço técnico vital: a segurança. Vamos desconstruir isso. No modelo antigo, o Proof of Work do Bitcoin, a segurança vinha da força bruta. Galpões gigantescos, hardware especializado e uma conta de luz astronômica garantiam que reescrever o histórico de transações fosse economicamente inviável.

Era uma segurança baseada em custos físicos. O staking, ou Proof of Stake (PoS), mudou o lastro da segurança da energia para o capital. Imagine que o Ethereum é uma nação digital. Para garantir que as leis (transações) sejam cumpridas e registradas corretamente, a rede exige que seus “juízes” (validadores) depositem uma fiança gigantesca. Se o juiz for honesto e fizer seu trabalho, ele recebe novas moedas recém-emitidas e as taxas pagas pelos usuários. Se ele tentar fraudar o sistema ou for simplesmente incompetente — ficando offline, por exemplo —, a rede confisca parte dessa fiança. Isso é o que chamamos de slashing. É o “skin in the game” levado ao extremo.

O capital travado no staking age como um escudo econômico. Para atacar a rede, um agente malicioso precisaria deter a maioria do capital em staking, o que custaria bilhões de dólares e, no processo, destruiria o valor do próprio ativo que ele está tentando roubar. É um suicídio financeiro programado. No entanto, essa revolução não vem sem suas armadilhas operacionais e riscos de centralização. A barreira técnica para rodar um validador próprio — fazer a autocustódia da infraestrutura — ainda é alta. Exige hardware, internet estável 24/7 e conhecimento técnico. Isso empurrou o mercado para soluções de “Liquid Staking” (como Lido ou Rocket Pool) ou para o staking via corretoras centralizadas. Aqui mora o perigo e a ironia.

O staking foi desenhado para descentralizar a segurança, distribuindo o poder de validação. Mas, por conveniência, os usuários acabam concentrando enormes quantidades de capital em poucos protocolos ou entidades. Se uma única entidade controla 33% ou mais dos validadores, a resistência à censura da rede começa a ser questionada. Estamos trocando a dificuldade técnica pela fragilidade sistêmica. Onilx Assessoria

A economia do token e a nova distribuição de poder

Imagine você comprando uma ação da Apple hoje. Você recebe um pedaço de papel digital que diz que você é dono de uma fração minúscula da empresa. Talvez receba dividendos, se tiver sorte, e torce para o gráfico subir para a direita. Mas, sejamos honestos: se o Tim Cook decidir mudar a cor do iPhone para verde neon ou investir bilhões em realidade aumentada, ninguém vai te ligar pedindo opinião. Você é um passageiro, não o piloto. A economia do token vira essa mesa de um jeito que ainda estamos tentando entender completamente. Não é apenas sobre “dinheiro digital”; é sobre a redefinição do que significa propriedade e, consequentemente, poder. Quando falamos de tokenomics (a economia do token), estamos olhando para a engenharia de incentivos. No mercado tradicional, o incentivo é lucro para o acionista e salário para o funcionário. No universo cripto, especialmente em DeFi (Finanças Descentralizadas) e projetos de infraestrutura Web3, o token tenta alinhar todo mundo na mesma direção. O usuário, o desenvolvedor, o investidor e o formador de mercado muitas vezes são a mesma pessoa, ou pelo menos, seguram o mesmo ativo: o token de governança. Mas aqui entra a parte analítica e menos romântica que precisamos discutir.

A promessa da descentralização, onde “a comunidade decide”, muitas vezes esbarra na dura realidade da distribuição inicial. Se você olhar a fundo os whitepapers e a alocação de tokens de muitos projetos badalados de Layer 1 ou protocolos DeFi, vai notar um padrão. Uma fatia gigantesca — às vezes 40% ou mais — fica nas mãos da equipe fundadora, da tesouraria do projeto e dos fundos de Venture Capital (VCs) que entraram na rodada seed. Isso cria uma dinâmica de poder curiosa. Temos a ilusão de uma democracia líquida, onde qualquer um com um token pode votar em propostas de melhoria (as famosas OIPs ou EIPs), mas a realidade é muitas vezes uma plutocracia disfarçada. Quem tem mais tokens, manda. E quem tem mais tokens geralmente são as baleias ou os próprios fundadores. Já vi isso acontecer na prática em DAOs (Organizações Autônomas Descentralizadas). Uma proposta vital para a segurança do protocolo vai a votação. Milhares de pequenos investidores votam “sim”. Aí, uma única carteira, pertencente a um fundo de investimento inicial, vota “não” e vira o jogo sozinho. Isso é a nova distribuição de poder? Sim, mas talvez não a utopia igualitária que os cypherpunks sonharam nos anos 90. Por outro lado, a inovação é inegável.

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O conceito de autocustódia e a capacidade de interagir com contratos inteligentes sem pedir permissão a um banco mudam a base do jogo. O poder sai das instituições intermediárias — os cartórios, as bolsas de valores centralizadas, os bancos de compensação — e vai para o código. Se o código é lei (code is law), então quem controla a atualização desse código detém o poder real. É por isso que a análise de tokenomics é tão crítica antes de qualquer alocação de longo prazo. Você precisa entender não só a utilidade do token (para que ele serve?), mas o cronograma de emissão (inflação) e o desbloqueio (vesting). Se haverá uma enxurrada de tokens sendo liberados para os investidores iniciais no próximo mês, o pequeno investidor servirá apenas como liquidez de saída. É o famoso “dump” institucional. Estamos vivendo um grande experimento social e econômico em tempo real. A transição de empresas hierárquicas para protocolos geridos por comunidades é bagunçada, cheia de falhas de segurança, rug pulls e narrativas exageradas.

Alugar ou financiar? A matemática real por trás da decisão que define seu futuro financeiro

O peso emocional de segurar a escritura de um imóvel costuma ser o maior inimigo da racionalidade financeira. No Brasil, fomos educados sob o dogma de que “quem casa, quer casa” e que “pagar aluguel é jogar dinheiro fora”. No entanto, quando despimos essa decisão de seus adornos sentimentais e aplicamos o rigor da matemática financeira, o cenário muda drasticamente. A escolha entre financiar ou alugar não é sobre moradia, é sobre a alocação eficiente de capital e o custo de oportunidade ao longo de duas ou três décadas.

Para entender a dinâmica, precisamos olhar para o Custo Efetivo Total (CET) de um financiamento. Ao contratar um crédito imobiliário de 30 anos, o comprador médio brasileiro acaba pagando entre 2,5 a 3 vezes o valor original do bem. Se você financia R$ 500 mil, ao final do contrato, terá desembolsado cerca de R$ 1,3 milhão, considerando juros nominais, taxas administrativas e seguros obrigatórios (MIP e DF). O Custo de Oportunidade: Onde a mágica acontece A variável mais negligenciada nessa equação é o aporte inicial. Imagine que você tenha R$ 150 mil para dar de entrada em um imóvel de R$ 500 mil.

Cenário A (Financiamento): Você imobiliza seus R$ 150 mil e assume uma dívida de R$ 350 mil com parcelas decrescentes (sistema SAC). Além da parcela, você arca com ITBI, registro, reformas e o custo fixo de manutenção e IPTU. Seu patrimônio está concentrado em um único ativo físico de baixa liquidez. Cenário B (Aluguel + Investimento): Você mantém os R$ 150 mil investidos em uma carteira diversificada.
calculadora de juros
Se o aluguel do mesmo imóvel custar 0,4% do valor do bem (R$ 2.000) e a parcela do financiamento fosse R$ 4.000, você investe a diferença de R$ 2.000 todos os meses. A diferença técnica reside no diferencial entre a taxa de juros do financiamento (hoje girando em torno de 10% a 11% a.a. + TR) e a rentabilidade líquida dos seus investimentos. Se você aloca esse capital em uma combinação de Renda Fixa (Tesouro IPCA+ para proteção inflacionária), Fundos Imobiliários (gerando renda passiva isenta) e uma pequena exposição a Criptoativos como Bitcoin para capturar a assimetria de valorização, o efeito dos juros compostos trabalha a seu favor, não contra você.

Dicas de gestão de pequenas empresas que vão lhe poupar 40 dores de cabeça todos os dias

Quando você está apenas começando seu pequeno negócio , simplesmente decidir qual meta abordar primeiro — e saber o que fazer e quando — pode ser uma tarefa árdua. Nenhum de nós nasce com inteligência empresarial ou um manual de empreendedorismo pré-impresso em nossos cérebros. É algo que todos nós temos que descobrir ao longo do caminho, e que a maioria de nós comete algum tipo de erro horrível. E especialmente quando começamos um negócio — quando não temos anos de experiência para nos ajudar a fazer suposições inteligentes e fundamentadas — dicas e conselhos de programa de gestão empresarial de outras pessoas podem ser incrivelmente úteis. Então, hoje vamos nos concentrar em dicas de gestão — gestão de pessoas, gestão de tempo, gestão de dinheiro — o que você quiser. Mas todas essas são dicas que ajudarão você, como novo proprietário de uma pequena empresa, a administrar melhor seu negócio para evitar dores de cabeça indesejadas e seguir em frente rumo ao progresso desejado.

Crie uma LLC (ou alguma forma de entidade comercial oficial) – Mesmo que você seja totalmente autônomo, não tenha mais ninguém trabalhando para você e seja 100% autofinanciado do seu próprio bolso, você precisa estabelecer seu negócio como uma entidade tributável separada desde o primeiro dia. Alguns profissionais de serviços, como escritores, designers e coaches, sentem- se mais seguros pulando esta etapa enquanto ainda estão aumentando sua base de clientes, mas geralmente custa US$ 1.000 ou menos e protege quase instantaneamente seus bens pessoais de qualquer problema legal que sua empresa possa ter. Não estou dizendo que sua empresa terá problemas legais — a maioria das pequenas empresas nunca tem. Mas caso você acidentalmente tenha usado um nome protegido por direitos autorais em outro lugar do seu estado ou tenha um cliente horrível que te engane completamente, mesmo que você tenha um contrato… a pior coisa que pode acontecer é seu negócio ser dissolvido.

CIGAM Sistema BI, inteligencia de negocios, confira

Doença de Peyronie: por que o pênis fica curvo e como tratar.

Especialista em Cirurgia holep
Doença de Peyronie: por que o pênis fica curvo e como tratar A curvatura peniana pode gerar desconforto, ansiedade e dificuldades na vida sexual. Quando essa inclinação surge de forma adquirida ao longo da vida, estamos provavelmente diante da Doença de Peyronie. Diferente da curvatura congênita (que nasce com o homem), a Peyronie é causada por um processo inflamatório. Por que o pênis fica curvo? A principal causa da Doença de Peyronie é a formação de uma cicatriz interna no tecido que envolve os corpos cavernosos do pênis, chamada de placa fibrótica. Essa placa é composta por um tecido rígido que não tem a mesma elasticidade do restante do pênis.

Assim, durante a ereção, o lado saudável se expande, mas o lado com a placa permanece “preso”, puxando o órgão e causando a curvatura. As causas exatas ainda são estudadas, mas acredita-se que a doença resulte de microtraumas ocorridos durante a relação sexual, que não cicatrizam corretamente devido a uma predisposição genética ou problemas vasculares. Principais sintomas Os sinais da doença costumam aparecer de forma gradual ou súbita: Curvatura acentuada: Pode ser para cima, para baixo ou para os lados. Nódulos palpáveis: Presença de áreas endurecidas sob a pele do pênis.

Dor: Comum na fase inicial (inflamatória), especialmente durante a ereção. Disfunção erétil: Dificuldade em manter a rigidez devido à deformidade ou questões psicológicas. Como funciona o tratamento? O tratamento depende da fase da doença (inflamatória ou estável) e do grau de curvatura. O objetivo é reduzir a dor e devolver a função sexual. 1. Terapias Não Cirúrgicas: Na fase inicial, podem ser utilizados medicamentos orais para reduzir a inflamação, terapias por ondas de choque extracorpórea ou dispositivos de tração peniana para tentar suavizar a placa. 2. Injeções Intralesionais: Aplicação de substâncias diretamente na placa para tentar quebrá-la ou reduzir sua rigidez.

3. Cirurgia: Indicada apenas quando a doença está estável (sem dor e sem progressão da curva por meses) e a curvatura impede a penetração. As técnicas variam entre o pregueamento do lado mais longo ou o uso de enxertos no lado mais curto. Se você notou qualquer alteração na anatomia do pênis, procure um urologista. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar deformidades permanentes e preservar a saúde sexual.

A estimativa

Estimar o preço de venda ou aluguel e os custos associados a um imóvel faz
parte das tarefas diárias de um corretor de imóveis. Ele se baseia em sua
experiência, no valor de mercado e no estado do imóvel para determinar o preço
mais justo.
Promoção e divulgação – Após a assinatura do contrato, o agente imobiliário fica
responsável por elaborar e distribuir os anúncios. Em seguida, ele se empenha
em apresentar os imóveis à venda com precisão, destacando os pontos fortes
de cada propriedade e escolhendo plataformas que atraiam o público-alvo de
acordo com o tipo de imóvel.
Grande parte do trabalho diário de um corretor de imóveis envolve aconselhar
os clientes sobre a melhor estratégia a adotar. Eles também auxiliam os clientes
com os procedimentos administrativos necessários. Sua capacidade de
responder às perguntas dos clientes e abordar suas preocupações durante uma
compra ou venda permite que eles concluam as transações com sucesso.
Transparência e precisão são aspectos essenciais do trabalho de um corretor de
imóveis.
Ele recebe ligações de potenciais compradores ou inquilinos. Como principal
intermediário entre compradores e vendedores, o corretor de imóveis gerencia
as visitas e conecta vendedores e compradores. Ele conduz as negociações
entre as duas partes. Seu trabalho é garantir que ambas as partes fiquem
satisfeitas. Ele elabora o contrato preliminar de compra e venda ou o contrato de
locação e está presente na assinatura da escritura definitiva.
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